Branco é o Prozac da velha geração
Branco o tecido que te dá suores frios
Essa confluência de padrões
Numa dessas noites em que os padrões devem confluir
Faz com que se anulem e se destruam a si mesmos
E tudo aquilo em que tens de pensar
É em respirar
Ou então num sonho distante
Numa droga cibernética
As luzes que te chamam
Se alguma vez te chamarem

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