Nada de especial
Não queria roubar a vida a ninguém
As coisas acabaram por ser desta maneira
Espero, em círculos, pela salvação anunciada
Espero que as chamas derrubem a torre
E ela canta-me cantos de sereia ao ouvido
Será que quer mesmo naufragar este barco?
Não queria que se soubesse da minha história
Que faço eu hoje? Que ideias brotarão da minha mente
E dos meus dedos?
Por que espero eu?
Porque é que espero, eu?
E onde é que há vagas para não esperar?

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